Para o pastor e filósofo Leonardo Leão, é necessário que os pais imponham limites nos filhos.

Se antigamente as pessoas tinham uma educação de base forte e sólida, seja na família e até mesmo nas escolas com a extinta “moral e cívica”, hoje existe um verdadeiro bombardeio de ensinamentos que afastam as crianças de Cristo. Como os pais podem lidar com um cenário tão intenso? Para o pastor e filósofo Leonardo Leão, é necessário que os pais imponham limites nos filhos.

“É ideal que a influência e o exemplo [dos pais] sejam positivos. A criança tem como referência primária os pais e o ideal é que os pais sejam verdadeiros educadores e possam orientar seus filhos porque para mim, orientar é amar. Educar é estabelecer limites. É estabelecer regras. Eu acredito que pais que não estabelecem limites para seus filhos, eles não amam seus filhos. Eles estão formando imbecis. Porque lá na frente, esses filhos vão ser reféns de circunstâncias que não foram estabelecidas no momento em que eram crianças”, disse ele em entrevista para o programa Bate-Papo.

O pastor ainda cita pensadores históricos para esclarecer seu posicionamento. “Aristóteles dizia que ninguém nasce com uma moral, a moral vai sendo construída a partir da primeira referência, que são os pais. Um outro filósofo, mais contemporâneo, Riegel, diz que todos nós nascemos com os violinos afinados e que os pais podem manter a afinação desses violinos ou destruir completamente a afinação disso. Não só os pais, mas como a sociedade”, ressaltou.

O Estado e a educação dos filhos

“O Estado não tem a responsabilidade primária. A responsabilidade primária cabe aos pais, exclusivamente. Existe uma diferença muito grande entre educação e o processo que a escola faz, porque a escola não vai educar meus filhos. A igreja não vai educar meus filhos e nem o Estado vai educar meus filhos. Quem vai educar os meus filhos sou eu e minha esposa”, destacou.

“Agora, a escola vai exatamente continuar firmando valores e estabelecendo regras. Essa tentativa de inversão tem criado um grande problema. No nosso tempo eu fui orientado pelos meus pais e respeitar os meus professores. A obedecer meus professores. O professor entrava na sala de aula eu ficava de pé, cantava o Hino Nacional na escola”, pontuou.

Confira a entrevista na íntegra:

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DA REDE SUPER

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